Batizada por Eduardo VII como 'o joalheiro dos reis, o rei dos joalheiros', a Maison Cartier atravessa três séculos como referência absoluta em alta joalheria. Da criação do Trinity em 1924 à Panthère de Jeanne Toussaint, cada peça é assinada por um savoir-faire parisiense que dita o vocabulário do luxo mundial.
As coleções que definem a maison
Trinity (1924): três anéis entrelaçados em ouro rosé, amarelo e branco — símbolo de fidelidade, amizade e amor. O desenho mais copiado da joalheria contemporânea permanece definitivo em sua versão original.
Love (1969): o bracelete parafusado por Aldo Cipullo tornou-se um manifesto de compromisso. Sua chave-de-fenda mudou a semiótica das joias para sempre.
Panthère: introduzida por Jeanne Toussaint nos anos 1940, a pantera é a divisa da casa em alta joalheria — em anéis, colares e relógios repletos de diamantes, esmeraldas e ônix.
Juste un Clou: o prego virado joia por Cipullo em 1971 — provocação nova-iorquina que virou clássico atemporal.
Alta joalheria contemporânea
As coleções [Sur]Naturel, Magnitude e Beautés du Monde exploram gemas raras — diamantes fancy, safiras Ceilão sem aquecimento, esmeraldas Muzo — em desenhos que unem a linguagem Art Déco parisiense a inspirações do Japão, Índia e África.
Cada peça de alta joalheria é única, numerada e acompanhada de laudo gemológico internacional.
Comprar Cartier em cruzeiros
Nas boutiques a bordo de Cunard, Regent Seven Seas e Silversea, as linhas Trinity, Love e Juste un Clou têm preços competitivos com as flagships europeias — com a vantagem da isenção fiscal em águas internacionais.
A curadoria personalizada da Lorela conecta clientes diretamente ao atelier em Paris para peças de alta joalheria sob encomenda.

